Eliza Virgínia reage à fala de promotora que ameaçou deixar evento caso houvesse oração

A vereadora Eliza Virgínia (PP), de João Pessoa, criticou a postura de uma promotora de Justiça durante um evento do Conselho Tutelar realizado em Duque de Caxias (RJ). Segundo a parlamentar, a representante do Ministério Público afirmou que manifestações religiosas em um ato institucional seriam inconstitucionais e declarou que o órgão deixaria o local caso fosse realizada uma oração. O episódio ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação de um vídeo com a manifestação da promotora.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, Eliza afirmou que a situação representa uma ameaça à liberdade religiosa garantida pela Constituição Federal. A vereadora sustentou que mencionar Deus ou realizar uma oração em um evento público não caracteriza violação ao Estado laico quando não há imposição de crenças ou proselitismo religioso. Para ela, impedir esse tipo de manifestação significa restringir um direito fundamental assegurado aos brasileiros.

A parlamentar também afirmou que episódios semelhantes têm ocorrido em outras partes do país, citando casos envolvendo estudantes em Pernambuco e a Câmara Municipal de João Pessoa. Na avaliação de Eliza, cristãos têm enfrentado restrições para expressar sua fé em espaços públicos e institucionais. Ao defender a liberdade de crença e de expressão, a vereadora disse que continuará se posicionando contra qualquer iniciativa que, em seu entendimento, limite manifestações religiosas no Brasil.

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