O verdadeiro perigo não está na divergência de ideias. Está na tentativa de cancelar, calar e eliminar quem pensa diferente.
Vivemos uma era em que o discurso de ódio da esquerda se esconde por trás de palavras doces como “amor”, “empatia” e “justiça social”. Mas o que se vê, na prática, é uma contradição gritante entre o que se prega e o que se pratica. Há, cada vez mais, um abismo entre o discurso progressista e a realidade. O amor proclamado por muitos militantes de esquerda parece seletivo, condicionado à concordância com sua ideologia — um amor hipócrita, que só vale para quem pensa igual.
Falam de justiça social, mas disseminam ódio ideológico. Falam em inclusão, mas dividem a sociedade em raças, gêneros e classes. Criam narrativas que colocam negros contra brancos, mulheres contra homens, pobres contra ricos, como se o bem e o mal fossem definidos pela cor da pele ou pela conta bancária — e não pelas ações e pelo caráter.
Criticam políticos conservadores, chamando-os de fascistas, nazistas, genocidas, simplesmente por discordarem do marxismo cultural e da ideologia de gênero. Banalizam termos históricos sérios e desrespeitam quem realmente sofreu com regimes totalitários. Essa estratégia de atacar a direita com rótulos serve apenas para mascarar a própria intolerância.
E o que dizer da incoerência prática? Os que mais gritam contra o capitalismo vivem como capitalistas de luxo. O presidente Lula e sua esposa Janja, por exemplo, pregam igualdade social, mas viajam de jatinho, frequentam hotéis de luxo e ostentam itens de grife, como relógios e tênis caríssimos. A narrativa socialista cai por terra diante do estilo de vida de quem deveria dar o exemplo.
Outro exemplo notório é Erika Hilton, do PSOL, que acusa o “racismo estrutural” e critica o sistema capitalista, mas desfila com roupas de marcas internacionais, bolsas caras, e adota padrões estéticos eurocêntricos: pele clareada, nariz afinado, cabelos alisados e loiros. Que revolução é essa, moldada por padrões que ela mesma diz combater?
Ao mesmo tempo, o governo promove a velha fórmula do “pão e circo”. O Bolsa Família, embora essencial para muitos, tornou-se uma ferramenta política. Mais que combater a pobreza, parece manter o povo dependente. E o circo? Está nas novelas, nos reality shows, nos discursos vazios e no entretenimento que distrai a população dos verdadeiros problemas do país.
Mas o ponto mais grave é o uso do discurso de “amor” como ferramenta de ataque. Que tipo de amor é esse que comemora a morte de um conservador, como Charlie Kirk? Que tipo de compaixão é essa que aplaude o assassinato de um cristão, um pai de família, apenas por suas ideias políticas?
Pior: médicos, que deveriam promover a vida e a saúde mental, aplaudindo a tragédia. Roteiristas de HQs, que criam histórias onde o bem vence o mal, agora celebram o mal, desde que seja contra alguém de direita. Isso não é justiça. Isso é hipocrisia ideológica.
O verdadeiro perigo não está na divergência de ideias. Está na tentativa de cancelar, calar e eliminar quem pensa diferente.
O amor verdadeiro não é seletivo. Não exclui com base em ideologia. Não comemora a morte de ninguém.
A esquerda que diz lutar contra o ódio se tornou exatamente aquilo que jurava combater. E, como diz o velho ditado:
“Acuse-os do que você faz. Chame-os do que você é.”


