O Fiasco da COP 30: Autoridades Desistem, Hotéis Exploram e Motéis Viram “Resorts”

Delegações evitam o evento, preços sobem e estrutura improvisada gera críticas crescentes

A COP 30, conferência climática da ONU marcada para acontecer em Belém do Pará em 2025, começa a atrair os holofotes — mas pelos motivos errados. O evento, que tinha tudo para consolidar o Brasil como referência global em sustentabilidade, está sendo marcado por desistências de autoridades internacionais, valores abusivos de hospedagem e uma verdadeira improvisação estrutural que beira o surreal: motéis oferecendo quartos com pole dance como se fossem hotéis de luxo.

Fontes indicam que representantes de países em desenvolvimento — incluindo negociações entre países africanos — podem diminuir significativamente sua participação ou até optar por ausência total, motivados por custos inacessíveis e logística falha  . Empresários e consultores também estariam recusando comparecer, preferindo eventos paralelos no Rio ou em São Paulo .

Ainda segundo relato da imprensa internacional, alguns países europeus como Holanda e Polônia estão considerando cortar seus delegados devido às despesas de hospedagem em Belém .

Improvisos constrangedores: motéis e pole dance

Com hotéis caros e lotados, muitas delegações recorrem a motéis locais com entretenimento adulto, incluindo apresentações de pole dance e decoração temática, interfere não só na imagem diplomática mas na dignidade e segurança dos participantes. A situação revela um improviso que expõe a fragilidade da preparação oficial.

Se a COP 30 continuar no rumo atual — com desistência de delegações, valor abusivo de hospedagem e improvisação estrutural — corre o risco não de destacar, mas de desonrar a imagem do Brasil e comprometer a participação global em um evento que deveria simbolizar justiça climática e representatividade.

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